…de tanto olhar o céu caiu num poço

…de tanto olhar o céu caiu num poço

Pelo padre José Júlio Rocha Em 1984 tinha eu as primeiras aulas de filosofia. O incontestável Dr. Caetano Tomás, que ajudou muita gente nesta terra de Cristo, era o professor. Ainda me recordo das primeiras aulas, sem livro nem apontamentos do professor, quando...
…de tanto olhar o céu caiu num poço

O pão que deixámos de comer

Pelo padre José Júlio Rocha Da Vila de São Sebastião, mais precisamente de um lugar chamado Rochão da Cruz, vinha um burro atrelado à velha carroça. Sempre gostei da bondade mansa dos burros, ajaezados com freios e albardas, amarrados ao seu destino, pacientes como os...
…de tanto olhar o céu caiu num poço

Já viram um padre chorar?

Pelo Padre José Júlio Rocha A expressão “ossos do ofício” é usada para ilustrar qualquer contratempo ou algo desagradável, inerente ao ofício, emprego ou atividade que alguém pratica. Também designa algo de estranho ou anedótico, resultado de qualquer atividade. Algo...
…de tanto olhar o céu caiu num poço

A Paixão segundo os nossos dias

Pelo padre José Júlio Rocha Não gosto de ver animais a sofrer. E isto apenas quer dizer uma coisa, independentemente de quaisquer ilações: eu gosto e sempre gostei de animais. É por isso que, há alguns dias atrás, mirando o “Yutube”, me deparei com uma cena de partir...
…de tanto olhar o céu caiu num poço

Esta estranha terra que dança

Pelo padre José Júlio Rocha O primeiro de janeiro de 1980 é um daqueles dias que marcam uma vida para sempre. É de tal maneira significativo que podemos dizer, os que passamos por aquela experiência, que há um antes e um depois desse dia. O terramoto, grau 7.1 na...
…de tanto olhar o céu caiu num poço

Mas quem é o deus deste gajo?

Pelo Padre José Júlio Rocha Já lá vão quase três mil anos desde que o rei Salomão, filho de David, morreu. À sua morte, Israel dividiu-se em dois estados: o Reino de Judá ao sul, com capital em Jerusalém, e o Reino de Israel a norte, compreendendo o que, ao tempo de...