Dostoievski e o destino da humanidade

Dostoievski e o destino da humanidade

Pelo padre José Júlio Rocha Embati pela primeira vez em Dostoievski aos 24 anos, quando, em Roma, estudava, numa cadeira chamada “A procura de Deus na Literatura Contemporânea.” E fiquei de tal modo viciado na sua escrita que não tive dúvidas em escolher o autor russo...
Dostoievski e o destino da humanidade

Uma multidão de lágrimas na garganta

Pelo padre José Júlio Rocha Todos os dias os jornais e telejornais a mandarem para fora números e casos sobre a temerária covid-19. Todos os dias mais mortos, mais infetados, os hospitais a rebentarem pelas costuras, os profissionais de saúde em pânico. Novas...
Dostoievski e o destino da humanidade

Eppur si muove, murmurava Galileu

Pelo padre José Júlio Rocha Mary é uma americana, 37 anos, ativista dos direitos humanos, descendente de famílias conservadoras, e que tem um irmão ligado à política republicana. Dedicou-se a estudar a questão premente do racismo nos Estados Unidos. Casada com Peter,...
Dostoievski e o destino da humanidade

Herói que é herói morre esquecido

Pelo padre José Júlio Rocha Cabanas de Viriato. Mas quem é que conhece Cabanas de Viriato, que, até 1970, era só Cabanas e só nessa altura recebeu o acrescento de Viriato, aquele líder de uma tribo que não se governava nem se deixava governar? Em 1885 aí nasceu...
Dostoievski e o destino da humanidade

Nunca, nunca, nunca mais

Pelo Padre José Júlio Rocha Edith Stein, com o nome carmelita de Teresa Benedita da Cruz, foi uma judia cristã, canonizada por João Paulo II em 1998. Nasceu em Wroklaw, então cidade alemã, hoje polaca, a 12 de outubro de 1891. Filha mais nova de uma família numerosa...
Dostoievski e o destino da humanidade

Túmulos que ninguém visita

Pelo padre José Júlio Rocha Franz Jägerstätter (nome difícil) era um pacífico agricultor austríaco, habitante de uma aldeia perto de Salzburgo, marido dedicado e pai de três lindas meninas nos campos idílicos do Tirol, paisagens de cortar a alma, como são as dos...