De “Principezinho” de Saint-Exupéry a “Príncipe” de Maquiavel

A esperança é uma porta aberta

Pelo padre José Júlio Rocha A Igreja assemelha-se aos vitrais de uma catedral gótica em pleno dia. Vistos do lado de fora, parecem um obscuro emaranhado de vidros foscos e sujos. Só por dentro se pode contemplar o brilho e a beleza da arte medieval dos vitrais. Vista...
De “Principezinho” de Saint-Exupéry a “Príncipe” de Maquiavel

Belos são os pés do mensageiro da paz

Pelo padre José Júlio Rocha De Jerusalém para Emaús o caminho de duas léguas é sempre a descer. Emaús é um povoado quase nulo, insípido, sem horizontes. Uma dúzia de casebres velhos e tristes, cabras na vizinhança, atraso de vida, uma aldeola que fica a dez metros da...
De “Principezinho” de Saint-Exupéry a “Príncipe” de Maquiavel

Querem crer que há vida antes da morte?

Pelo padre José Júlio Rocha Morrer é a última coisa. Tudo o que, neste mundo cá de baixo, nos acontece, tudo o que fazemos e sonhamos passa-se antes da nossa morte. Esta é uma verdade tão “a la Palice” que nem nos detemos um momento a pensar o quão importante esta...
De “Principezinho” de Saint-Exupéry a “Príncipe” de Maquiavel

Para mim, o Natal cheira a criptoméria. E pronto.

Pelo padre José Júlio Rocha Vou-me até à Outra Banda/no barquinho da carreira./Faz que anda mas não anda;/parece de brincadeira. E ali estava eu, provavelmente no último domingo antes do Natal de 1975, digo isso porque estive lá, e tinha sete anos e estava na primeira...
De “Principezinho” de Saint-Exupéry a “Príncipe” de Maquiavel

Manéis há muitos, poucos Manéis há

Pelo padre José Júlio Rocha Mané esteve na cadeia. Ainda hoje não sabe se a cadeia foi o lugar da sua liberdade ou se a saída da cadeia foi a sua verdadeira prisão. Andou no tráfico de droga, ganhou alguma grana e, quando menos esperava, deu com os quatro costados nas...