Quem sorri morre menos

Quem sorri morre menos

Pelo Padre José Júlio Rocha Meus avós paternos casaram em 1935, antes – imaginem – da Segunda Guerra e no tempo em que a ditadura de Salazar dava os primeiros passos. Ainda não havia eletricidade, os caminhos de terra batida chegavam para as carroças e burros, uma vez...
Quem sorri morre menos

Religião a mais, Jesus a menos

Pelo Padre José Júlio Rocha Uma das aventuras mais interessantes da história da humanidade é a forma como, ao longo dos séculos e das culturas, os povos foram tentando entender a noção do divino. Politeístas e monoteístas, animistas e espiritualistas, maniqueístas e...
Quem sorri morre menos

Júlio II

Pelo padre José Júlio Rocha Um homem só é pouca gente. Terá sido nisso que minha mãe pensou quando, em agosto de 2010, me fez uma chamada telefónica da Fonte do Bastardo para São Pedro. Tinha eu acabado de me fixar numa casinha, ali para os lados de São Carlos, aonde...
Quem sorri morre menos

O tempo das flores silvestres

Pelo padre José Júlio Rocha Aos 52 anos já não vou para novo. E isto de ir envelhecendo não traz só dores, achaques ou entorpecimentos, mas também boas circunstâncias, tais como uma certa paz, aquela libertação dos ímpetos juvenis, o adormecimento do sangue na guelra,...
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A saga da Casa do Outeiro

Pelo padre José Júlio Rocha A Casa do Outeiro, situada numa colina sobranceira à baía da Praia, é um dos solares mais bonitos da ilha Terceira. A sua história dava uma novela, mas eu, aqui, só posso contar umas dúzias de linhas daqueles enredos. A Casa do Outeiro fica...
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O dia em que Deus foi ateu

Pelo padre José Júlio Rocha Março de 2013 foi trágico para o Faial da Terra, freguesia que habita um vale fundo nos confins da ilha de São Miguel. Uma derrocada de lama e pedregulhos, provocada pela chuva intensa, atingiu três casas e matou três pessoas. O que me faz...