Até ao momento foram recebidas cinco propostas- três para o logo e duas para o hino- “um pouco menos do que estávamos à espera”, diz Gisela Batista

A adesão registada até ao momento, “menor do que estávamos à espera”, levou o Serviço Diocesano à Juventude a prolongar até sexta-feira, 28 de agosto, o prazo para a apresentação de propostas para o novo logótipo e hino da juventude diocesana, informou esta manhã a diretora do Serviço Gisela Batista em declarações ao Sítio Igreja Açores.
De acordo com a responsável foram já recebidas três propostas para o logótipo e duas para o hino, mas a organização esperava contar com uma participação mais alargada. O prolongamento do prazo pretende, assim, dar oportunidade a mais jovens de apresentarem as suas ideias, “depois de alguns contactos”.
As propostas serão posteriormente avaliadas por dois júris distintos, um para o logótipo e outro para o hino. Os resultados serão apresentados em setembro, durante o II Encontro Diocesano. Os jovens participantes no Encontro do Pico apenas serão chamados a intervir na decisão caso se verifique um empate na votação dos respetivos jurados.
O Encontro do Pico, que decorrerá de 4 a 6 de setembro, será também um momento importante de preparação do caminho da juventude diocesana. Segundo Gisela Batista, o principal objetivo é “o encontro com Cristo”, sendo que todas as atividades e dinâmicas previstas partem desse propósito.
Ao longo do encontro, os jovens serão convidados a “sonhar juntos as atividades da juventude”, mas também a começar a preparar a chamada “aldeia” que será concretizada em 2027, de 19 a 23 de julho na ouvidoria da Povoação, na ilha de São Miguel. A proposta passa por “construir, desenhar e sonhar uma aldeia onde todos tenham lugar”, adianta Gisela Batista.
“Queremos que a diocese seja casa onde todos tenham lugar” é, nas palavras da responsável, uma das ideias centrais deste processo. Cada jovem é chamado a levar a experiência da sua própria “aldeia” para que, em conjunto, seja possível “sonharmos juntos uma aldeia comum”.
O processo pretende ainda valorizar a escuta: “escutar a aldeia”, afirma a diretora do Serviço Diocesano à Juventude, num caminho que procura envolver os jovens na construção das propostas e atividades que marcarão a vida da juventude diocesana nos próximos anos.