
“Através da nossa rede internacional, em articulação com a Caritas Internationalis, estamos disponíveis para ajudar e levar apoio da Cáritas Portuguesa nesta situação de emergência a todos os que precisam de ajuda”, indica a organização católica, em nota publicada nas suas redes sociais.
A Caritas Portuguesa diz acompanhar com “cuidado e preocupação” a população da Venezuela.
“Tal como noutras emergências, lembramos que as doações financeiras são a melhor forma de demonstrar solidariedade, uma vez que reduzem os custos e os tempos de gestão e facilitam a resposta às necessidades específicas da população afetada em cada momento”, acrescenta a nota.
| Donativos: www.caritas.pt
MB: Ent. 22222 Ref. 222 222 222 |
A congénere sul-americana emitiu entretanto um plano de ação para coordenar o auxílio no terreno, apelando a um trabalho estruturado perante o estado de emergência nacional.
“A improvisação, no meio de uma emergência desta magnitude, pode causar mais mal do que bem”, advertiu a Cáritas da Venezuela.
A rede eclesial ativou um centro de recolha nacional na sede da Conferência Episcopal, em Caracas, para centralizar a receção de água potável, bens não perecíveis e medicamentos.
A estrutura católica dirigiu uma mensagem particular às famílias fustigadas pela precariedade que enfrentam agora um cenário de desespero absoluto, garantindo-lhes que “não estão sós”.
O balanço oficial das autoridades venezuelanas reporta a existência de 929 mortos e 3360 feridos, contabilizando-se 28 vítimas mortais e 85 desaparecidos entre os cidadãos de origem portuguesa.
A Organização das Nações Unidas estima que mais de 50 mil pessoas continuem incontactáveis nas áreas afetadas, desencadeando o envio de equipas de salvamento por parte de Portugal e de outros sete países europeus.
O território sul-americano tremeu na quarta-feira com dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 na escala de Richter, registados num intervalo inferior a um minuto e seguidos por dezenas de réplicas.
(Com Ecclesia)