Pelo Pe José Júlio Rocha.

«Também vós agora estais tristes; mas Eu hei de ver-vos de novo e o vosso coração se alegrará e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria.
Nesse dia, não Me fareis nenhuma pergunta». (João 16, 22-23)
Já dizia Dostoievski que bastava uma lágrima da uma criança inocente para perguntarmos a Deus porquê. Neste mundo cheio de injustiças, de mal, de angústias, também nós, muitas vezes, voltamos o olhar par o Alto e perguntamos o porquê desta nossa condição humana transida de dores.
Até o próprio Jesus, minutos antes de morrer completamente só, perguntou ao Céu: “Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?”
Creio em Deus precisamente porque lh’E posso fazer essa pergunta, porque não sei a resposta, porque se soubesse todas as respostas já não precisava da fé. Creio precisamente porque o Amor é a única resposta.