Pelo Pe José Júlio Rocha.

Os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os chefes do povo procuravam dar a morte a Jesus, mas não encontravam o modo de o fazer, porque todo o povo ficava maravilhado quando O ouvia. (Lucas 19, 47-48)
Em várias passagens se refere que o poder político e religioso de Israel desejava a morte de Jesus. Ele desafiava os preconceitos religiosos e sociais, anunciava a universalidade do Reino dos Céus, proclamava-se o Filho de Deus.
Tinham medo do povo, que admirava Jesus e O considerava profeta.
Mas é fácil virar a cabeça ao povo que, no Pretório, diante do “Ecce Homo”, gritou: “crucifica-O!”
Ainda hoje é assim. Jesus continua a incomodar.