Diácono Eurico Cateano é ordenado a 11 de Abril na igreja Matriz das Capelas

O Bispo de Angra vai ordenar o diácono Eurico Décio Caetano no próximo dia 11 de abril, pelas 11h00, na Igreja Matriz das Capelas, paróquia de nascimento do futuro presbítero. A Missa Nova será no dia seguinte, dia 12, na mesma igreja.

O porta voz da Diocese, Pe Hélder Fonseca Mendes, disse ao Sítio Igreja Açores que será “um momento alto” da vida da diocese e, por isso, “todos os sacerdotes, sobretudo os de São Miguel, devem sentir-se motivados e convidados a estarem presentes nesta cerimónia que é também um momento de graça”.

Eurico Décio Caetano foi ordenado diácono, com vista ao sacerdócio, no passado dia 10 de agosto e será o 53º sacerdote ordenado por D. António de Sousa Braga durante os seus quase 19 anos de episcopado.

Tem 31 anos, é mestre em Teologia, pela Universidade Católica, e econtra-se a lecionar na ilha das Flores a disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, depois de ter lecionado em Rabo de Peixe. É atualmente um dos oito diáconos da diocese de Angra.

Na altura da ordenação diaconal, em declarações ao Sítio Igreja Açores, o futuro sacerdote, que fez uma formação inicial no Seminário Episcopal de Angra e depois frequentou outros seminários no continente, lembrava que era “com muita alegria que dava um passo em frente rumo ao sacerdócio”, um passo “dado com entusiasmo, mas sobretudo sentido de entrega a um ministério sagrado”.

Eurico Décio Caetano será o primeiro sacerdote ordenado neste ano pastoral. Há uma outra ordenação prevista para a Sé de Angra a 21 de junho de Pedro Aguiar, seminarista do sexto ano no Seminário Episcopal de Angra, natural das Lajes do Pico e ordenado diácono no passado dia 8 de dezembro, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição, em Angra. Pedro Aguiar fará a sua missa nova nas Lajes, paróquia de nascimento, no dia 12 de julho.

Questionado sobre o facto das ordenações não serem na mesma data, o porta voz da diocese lembrou que “tem sido prática do prelado diocesano descentralizar e levar estas ordenações até às igrejas de origem dos diáconos”, em nome de uma “maior proximidade com as suas comunidades paroquiais”.