
O Papa apelou a um cessar-fogo global e pediu às autoridades que procurem a paz através do diálogo, denunciando o aumento do ódio e da violência no panorama internacional.
“[É necessário] trabalhar pela paz, não com armas, mas com diálogo, procurando verdadeiramente uma solução para todos”, disse na noite desta terça-feira, numa breve declaração aos jornalistas junto à residência da Villa Barberini, em Castel Gandolfo, onde passou um dia de estudo e descanso.
Leão XIV alertou para o grave impacto humanitário dos sucessivos conflitos, sublinhando que existem mais de um milhão de pessoas isoladas e que o número de mortes continua a agravar-se.
“Queremos rezar pela paz. Convido todas as autoridades a trabalhar, de facto, com o diálogo para resolver os problemas”, insistiu.
As declarações reforçam a mensagem transmitida no último domingo, durante a oração do ângelus, ocasião em que o Papa manifestou a sua “consternação” perante as situações de guerra no Médio Oriente e noutras partes do mundo.
“Não podemos permanecer em silêncio perante o sofrimento de tantas pessoas, vítimas indefesas destes conflitos”, afirmou então.
(Com Ecclesia)