14 elementos integram os corpos sociais desta Fundação

António Pedro Costa prossegue na liderança da Fundação Pia Diocesana de Nossa Senhora das Mercês, como presidente da direção que acaba de ser nomeada pelo bispo de Angra, informa uma nota enviada ao Sítio Igreja Açores.
A Fundação Obra de Socorro de Nossa Senhora das Mercês foi criada em 1975, durante o episcopado de D. Aurélio Granada Escudeiro embora a obra social que a inspirou tenha sido iniciada em meados da década de 50 do século XX pelo casal de benfeitores António Medeiros Frazão e Leonor Silveira, que acolheu prontamente, e de forma entusiástica, o sonho da professora Maria Francisca Vasconcelos que queria dar mais educação e condições às meninas pobres desta zona do concelho da Ribeira Grande.
A partir de 1975, a Diocese além da “Casa Amarela”, espaço emblemático onde a obra foi iniciada, passou a gerir ainda o património deixado por este casal de benfeitores: o Bairro Dr. Frazão, na cidade de Ponta Delgada, de casas modestas de renda económica, doado à Matriz de Ponta Delgada, bem como terrenos variados nas zonas da Bretanha e da Lagoa. Aliás, é das rendas desse chão, espalhado pela ilha, que a Fundação sobrevive economicamente, desenvolvendo uma ação social no terreno, sobretudo na zona das Calhetas e de Rabo de Peixe.
A Fundação apoia de forma regular famílias carenciadas para além do contributo financeiro a idosos, para a compra de medicamentos, bem como as Irmãs Clarissas que vivem no Convento, que era propriedade dos benfeitores Frazão e Silveira.
Entre as prioridades da Fundação continua a vontade de recuperação da “Casa Amarela”, onde a Obra começou há mais de 75 anos.
Além de António Pedro Costa integram a direção Auditom Moniz, Maria de Fátima Pacheco Pereira, João Félix Cordeiro, Lurdes Ponte, Ricardo Esperanço e Catarina Miranda. O Conselho Fiscal foi todo renovado sendo agora presidido por Ana Gouveia fazendo parte ainda Tomás Ferreira, Rogério Massa, Mariana Gouveia e Manuel Ledo.