Programa decorre entre 1 e 31 de julho e aposta em atividades ao ar livre, desporto, cultura e formação integral

O Colégio São Francisco Xavier volta a promover, entre os dias 1 e 31 de julho, o seu já tradicional Campo de Férias de Verão, uma iniciativa que promete proporcionar às crianças de diferentes idades um mês repleto de diversão, aprendizagem e descoberta. A abertura das atividades a crianças que não frequentam o colégio, desde que se enquadrem nas faixas etárias abrangidas pela instituição, é uma realidade que as irmãs de São José De Cluny ponderaram como resposta às famílias.
A diretora do Colégio São Francisco Xavier, irmã Domingas Lisboa, destaca que o campo de férias constitui muito mais do que uma simples ocupação dos tempos livres durante as férias escolares.
“O Campo de Férias de Verão do Colégio São Francisco Xavier é um espaço privilegiado de aprendizagem, descoberta e alegria, onde as crianças vivem experiências que complementam a missão educativa do nosso colégio”, afirma.
Segundo a responsável, o ambiente proporcionado às crianças é cuidadosamente pensado para favorecer o seu desenvolvimento pessoal e social.
“Num ambiente seguro, familiar e profundamente marcado pelos valores cristãos, procuramos que cada criança cresça, brinque, explore e se sinta verdadeiramente feliz”, sublinha.
O programa deste verão apresenta um leque diversificado de atividades destinadas às várias idades abrangidas pelo colégio, desde o Jardim de Infância ao segundo ciclo do ensino básico. Entre as propostas encontram-se idas à piscina, jogos aquáticos, praia, passeios no Pinhal da Paz, aulas de dança, peddy papers, insufláveis, ateliers de expressão artística, karaté, arco e flecha, patinagem e mini-golfe.
Uma das iniciativas mais aguardadas será o “Mundial do Colégio”, uma competição onde o espírito desportivo será o principal protagonista.
“Haverá também o ‘Mundial do Colégio’, onde se jogará com muito fair play”, refere a irmã Domingas Lisboa.
O programa inclui ainda visitas culturais a jardins, museus — entre os quais o Museu Militar —, sessões de cinema e atividades dedicadas aos jogos tradicionais.

Para a irmã Domingas Lisboa, a dimensão educativa continua a ser uma prioridade durante o período de férias.
“Num colégio católico, o campo de férias não é apenas um tempo de ocupação; é também um tempo de formação integral. Aqui as crianças aprendem a relacionar-se, a cooperar, a superar desafios, a cuidar da criação, a agradecer, a descobrir talentos e a fortalecer a sua autonomia.”
A diretora considera mesmo que esta iniciativa representa uma extensão natural do projeto educativo da instituição.
“É, por isso, um prolongamento natural da nossa missão: educar para a vida, com fé, criatividade e coração.”
A adesão ao campo de férias tem sido significativa e a diretora revela que já existem muitos participantes inscritos para o arranque das atividades.
Além do programa de julho, o colégio manterá as portas abertas durante as três primeiras semanas de agosto para acolher as crianças que necessitem mesmo de frequentar a instituição nesse período.
A abertura do campo de férias a crianças externas é outra das novidades deste ano.
“Crianças de fora do colégio podem frequentar também as atividades do campo de férias, desde que tenham idades que se enquadrem nas faixas etárias cobertas pelo colégio: jardim de infância, pré-escolar, primeiro e segundo ciclos.”
No final, a missão mantém-se a mesma: proporcionar um verão memorável, seguro e enriquecedor para todas as crianças.
“Cada atividade é pensada para que as crianças vivam o verão com intensidade, segurança e felicidade, sempre acompanhadas por uma equipa que educa com proximidade, fé e dedicação. Queremos que, à semelhança do que acontece durante o ano letivo, as crianças que frequentam este campo de férias possam aprender a ser, a conviver, a agradecer, a cuidar e a sonhar”, conclui a religiosa.
O colégio, que tem uma das Capelas Jubilares por ocasião da celebração dos 75 anos da beatificação da fundadora da Congregação de São José de Cluny, Ana Maria Javouhe, completa este ano o 67º aniversário nas instalações atuais.
As Religiosas de São José de Cluny chegaram pela primeira vez aos Açores em 1893. Formaram primeiro uma escola e depois deram apoio aos jovens carenciados através do Lar da Mãe de Deus, que acolhia crianças desfavorecidas e excluídas pelas famílias. A Congregação tem como lema “estar em toda a parte onde há bem a fazer e dor a aliviar”.

“Se este Colégio fechasse Ponta Delgada ficaria mais pobre”- Ir. Almerinda Alves