Catequeses neocatecumenais do Pico arrancam este fim de semana

Em S. Miguel e na Terceira ?irmãos? das comunidades saem para rua ao encontro do outro, dando testemunho público da sua fé.

Arrancam este fim de semana, em São Roque e em São joão, na ilha do Pico, os anúncios das primeiras catequeses do Caminho Neocatecumenal, destinadas a jovens e adultos, apurou o Portal da Diocese junto de uma nota enviada pela equipa coordenadora de catequistas itinerantes na Diocese de Angra.

 

A partir de amanhã, domingo, o Caminho começa a sua evangelização, com dois encontros semanais em cada uma das paróquias picoenses, que se prolongam até ao mês de junho.

 

De acordo com o Caminho, o trabalho será feito sempre numa lógia de proximidade às respetivas paróquias e destina-se a todos os que estão “mais ou menos afastados da fé”. Além da realização destas primeiras catequeses, o Caminho pondera “instalar” uma comunidade neocatecumenal em cada uma destas paróquias, se “houver interessados”, acrescenta a nota.

 

O caminho já está nos Açores com 13 comunidades, espalhadas entre as ilhas de São Miguel(7) e da Terceira(6).

 

É com estas comunidades que, à semelhança de outros anos, “vai sair pelas praças do mundo dando testemunho público da sua fé”, ao longo dos domingos de Pàscoa.

 

Assim, na diocese de Angra, as saídas estão previstas para o Campo de São Francisco, em Ponta Delgada e para o jardim das Lajes, na ilha Terceira.

 

 

O Caminho Neocatecumenal nasceu há 50 anos em Espanha, por iniciativa do pintor e músico Kiko Argüello e da missionária Carmen Hernández e é reconhecido pela Igreja Católica como “um itinerário de formação católica válido para a sociedade e os dias de hoje”, assente em três pilares fundamentais: a palavra de Deus, a Eucaristia e a vida em comunidade.

 

Nos Açores o Caminho neocatecumenal entrou pela “ mão” de D. António de Sousa Braga, em 2004.

 

O Caminho tem uma estrutura mista de leigos e sacerdotes, que assenta na família, existindo as famílias itinerantes que ajudam a formar as comunidades locais, integradas nas paróquias, em parceria com os respetivos sacerdotes.

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