CIRP dá a conhecer essência da vida consagrada

A delegação de São Miguel da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) vai assinalar o dia do Consagrado, que se celebra esta sexta feira, dia 2,  com uma eucaristia na igreja da Saúde, ás 19h00, que será concelebrada pelo responsável da CIRP  e pelo pároco, Pe. Davide Barcelos.

Desde o passado dia 28 que uma equipa de religiosos, que integra todas as congregações e institutos de vida consagrada presentes em São Miguel, tem andado nas escolas, nos grupos de catequese e grupos de jovens a dar a conhecer o que é a vida religiosa consagrada.

Para o efeito, desenvolveram um conjunto de questões onde dão resposta a perguntas como o que é a vida consagrada , o que é ser consagrado, o que é uma congregação ou instituto de vida consagrada, quais as obrigações e deveres dos religiosos, etc.

Até ao momento já visitaram escolas da ouvidoria de Vila Franca do campo, estando agendadas deslocações aos Arrifes (Ponta Delgada) e Ponta Garça(Vila Franca do Campo).

O dia do Consagrado celebra-se amanhã, dia 2 de fevereiro, dia da festa litúrgica da Apresentação de Jesus no Templo.

Recorde-se que em 2014 começou o Ano da Vida Consagrada, já decretado pelo Papa Francisco.

Os consagrados e consagradas são todos aqueles que são chamados a ser sinal concreto e profético da proximidade de Deus, da partilha da condição de fragilidade, de pecado e das feridas do homem do nosso tempo.

“Todas as formas de vida consagrada, cada uma segundo as suas caraterísticas, são chamadas a um estado permanente de missão, partilhando as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias do homem de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem”, realçou o Papa na celebração que encerrou o ano da Vida Consagrada, em 2016.

Neste Dia do Consagrado, habitualmente, os membros das congregações religiosas fazem a profissão pública dos conselhos evangélicos (pobreza, castidade e obediência), assumidos por votos ou outros vínculos, vivendo em comunidade.

Os membros dos institutos seculares, por sua vez, fazem a mesma profissão de pobreza, castidade e obediência, vivendo a sós, em família ou em grupo de vida fraterna, segundo as normas próprias.