Açores

Frederico Lourenço considera que a Igreja “nunca foi tão indispensável como hoje” e vê sinais de renovação entre os mais jovens

Professor e escritor, que regressou à Igreja Católica depois de anos de afastamento, diz que a instituição continua a ser uma “força do bem fundamental” e vê sinais de renovação entre a população jovem que está muito comprometida. Defende uma Igreja capaz de contrariar a polarização política e de recuperar a dimensão comunitária do cristianismo

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