Programa inclui debates, sessões de autógrafos e lançamento de obras

A irmã Eliete Duarte, diretora da Paulinas Editora, disse à Agência ECCLESIA que o “fenómeno” do Papa Francisco tem ajudado a levar o livro religioso a campos “mais amplos”, com uma maior “apetência” do público, incluindo para publicações de Teologia.

A editora marca presença na 85.ª Feira do Livro de Lisboa, que abre hoje com um número recorde de 123 participantes e 271 pavilhões, segundo a organização.

“Queremos que seja um grande encontro da Paulinas com o seu público-alvo e com os seus autores”, explica a irmã Eliete Duarte, a respeito dos eventos programadas pela editora, que incluem 18 sessões de autógrafos e um conjunto de debates.

A responsável sublinha que ao longo dos últimos tempos tem existido uma aposta maior na “apresentação” das obras e nos “autores nacionais”, para além da publicação de traduções e de “clássicos”.

Esta sexta-feira, às 18h00, o jornalista Joaquim Franco, frei Fernando Ventura e frei Bento Domingues juntam-se num debate moderado por Rosário Salgueiro sobre o tema ‘Papa Francisco: a Igreja entre a liberdade e a ousadia da franqueza…’.

As Paulinas promovem no dia 13 de junho o debate ‘O que nos toca o papa Francisco’, às 17h00, reunindo Daniel Oliveira, Pedro Mexia e José Tolentino Mendonça, com moderação do jornalista Paulo Rocha.

A editora vai apresentar uma nova coleção, ‘Países imaginados’, de autoria de Maria de Lourdes Soares, e ilustrações de Rute Reimão e Natalina Cóias; a 14 de junho, pelas 16h00, serão lançados os livros ‘Quem conhece a alegria’ e ‘Quem espera’, de Francisco Lucas Pires, ilustrados por Sara Amado.

A irmã Eliete Duarte realça a troca de “conhecimentos e de afetos” em volta dos livros que se vivem por estes dias.

“Sentimo-nos muito bem na Feira, por essa grande abertura, sem distinção. O contacto das pessoas é sempre muito interessante”, observa.

A Paulinas Editora alarga a dinâmica da Feira do Livro de Lisboa às suas livrarias espalhadas pelo país.

 

CR/Ecclesia