Portugal convocado para oração de consagração ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria

Celebração decorre em Fátima a partir das 17h30(Hora dos Açores) e pode ser seguida em vários meios de comunicação

O cardeal António Marto preside hoje, em Fátima, à celebração que renova a consagração de Portugal e de Espanha ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria.

O terço será recitado em espanhol e português e, no final, será proclamada a oração de consagração, que é um ato inédito na medida em que os dois países, em simultâneo e em conjunto, se vão consagrar.

A cerimónia decorrerá à porta fechada, a partir das 18:30 (17h30 hora dos Açores), na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima e pode ser seguida em direto por todos os portugueses em sinal aberto, no cabo ou na internet. A celebração será transmitida na RTP Memória, em sinal aberto, RTP Internacional, TVI, TV Canção Nova, Rádio Renascença, Santuário de Fátima- youtube e facebook, Agência Ecclesia e uma multiplicidade de páginas de inspiração católica na Internet.

Segundo o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa, “todas as dioceses estarão unidas na oração do rosário pelas intenções de todo o mundo, e em particular de Portugal, nesta situação dramática” que se vive devido à Covid-19.

A esta celebração junta-se também a Conferência Episcopal Espanhola.

A iniciativa portuguesa surgiu de um pedido, feito por um conjunto de leigos que reuniu milhares de assinaturas, dirigido ao presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, que depois consultou todos os bispos portugueses que anuíram ao pedido, confiando a D. António Marto a proclamação da oração.

A 20 de outubro de 2019, os bispos católicos consagraram a Igreja Católica ao Sagrado Coração de Jesus, em Fátima, durante a missa de encerramento do Ano Missionário, no Santuário de Fátima, assinalando também os 175 anos de presença em Portugal do Apostolado da Oração.

A primeira consagração de Portugal ao Imaculado Coração de Maria aconteceu a 13 de maio de 1931, oito meses depois do reconhecimento oficial das aparições pelo bispo de Leiria, no final da primeira peregrinação nacional do episcopado português a Fátima.

 

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