D. João Lavrador vai agora passar pelas paróquias de Castelo Branco, Capelo e Praia do Norte, entre 13 e 22 de dezembro

O bispo de Angra vai regressar ao Faial, de 13 a 22 de dezembro, para retomar a visita pastoral à ilha azul, iniciada em novembro.

Depois da visita às paróquias de Angústias e Feteira, D. João Lavrador visitará três paróquias: Castelo Branco, Capelo e Praia do Norte onde tomará o pulso à realidade social, política, económica, cultural e religiosa de cada uma destas comunidades.

Seguindo as orientações diocesanas o prelado irá ver a paróquia “a partir da sua realidade e contexto concretos” disse ao Igreja Açores o ouvidor, Pe. Marco Luciano Carvalho.

A visita pastoral a esta ilha ficará concluída no inicio do próximo ano civil a 21 de janeiro com uma grande celebração de encerramento, na Matriz da Horta.

“Iniciámos a visita pastoral com uma celebração de ouvidoria nas Angústias e terminaremos na Matriz”, adiantou o sacerdote ouvidor.

O Faial é ainda uma ilha em reconstrução do ponto de vista religioso. Desde o sismo de 98 que há comunidades privadas da sua igreja. Das que ficaram totalmente destruídas apenas a comunidade dos Flamengos já tem a sua igreja reconstruída, inaugurada em abril de 2016, no domingo da misericórdia.

Neste momento está em curso a obra da igreja do Salão que ficará concluída no próximo ano e está em marcha o processo de preparação da obra da de Pedro Miguel.

“As paróquias têm o dinheiro suficiente para fazer face a uma eventualidade e aos gastos imediatos, mas naturalmente, que devido ao volume financeiro que é necessário, é sempre preciso arranjar mais verbas” refere o ouvidor eclesiástico da Horta que tem liderado este processo. A obra de Pedro Miguel deverá ser iniciada em outubro do próximo ano, altura em que será adjudicada. Neste momento os trâmites estão na fase de “afinação do projecto” e depois será lançado o concurso.

Há ainda a igreja da Ribeirinha que aguarda a sua reconstrução.

As empreitadas destas quatro igrejas estão orçadas em 8,6 milhões de euros, suportados em 75% por verbas regionais. O remanescente decorre por conta das paróquias.