Diretor Diocesano da Pastoral Familiar faz balanço preliminar das comemorações diocesanas

O Diretor do Serviço Diocesano da Pastoral Familiar, cónego José Medeiros Constância considera que a Semana da Vida “está a ganhar uma nova dinâmica” na Diocese de Angra e apesar de “ainda estar muito ligada á comemoração do Dia Internacional da Família começa a ser um novo despertar”.

Em declarações ao Sítio Igreja Açores o sacerdote, que este ano levou as comemorações do dia Internacional da Família até Santa Maria, num esforço de “descentralização”, acrescentou, ainda, que “ainda é cedo para um balanço definitivo mas sinto em toda a diocese uma grande motivação para esta semana, coisa que não acontecia há dois ou três anos atrás”.

As comemorações diocesanas começaram no dia 13, com um momento de oração na Ermida de Nossa Senhora de Fátima, “que foi muito participado”; prosseguiram com  uma conferência de Piedade Lalanda sobre a família e depois, na sexta feira com a realização do Conselho Pastoral de ilha que decidiu constituir uma equipa coordenadora de ilha para orientar a pastoral familiar, para além dos casais responsáveis em cada uma das paróquias.

A Semana da Vida terminou este domingo com uma série de iniciativas em várias dioceses.

O cardeal-patriarca de Lisboa presidiu em Sintra, à Festa Diocesana da Família, que apresentou como uma “excelente” oportunidade de encontro e de celebração da “verdadeira ‘ascensão’”.

“Para nos reconstituirmos como sociedade, precisamos do contributo de casais e famílias estáveis, como escolas de fidelidade e solidariedade”, escreveu D. Manuel Clemente, numa mensagem divulgada no sítio da Pastoral da Família do Patriarcado de Lisboa.

Com o tema ‘O sonho missionário de chegar a todas as famílias” na festa a elas dedicada, este domingo, o prelado explica que a “ascensão” começa nestes núcleos onde cada um nasce e aprende a “viver uns dos outros e uns para os outros”, na variedade das pessoas e das gerações que se “sucedem e acompanham”.

O cardeal-patriarca de Lisboa assinala que a família “potenciada pela graça de Cristo” no sacramento do Matrimónio torna-se “Igreja doméstica” e “escola de vida eterna” pois o “verdadeiro amor nunca acabará”.