As cinco sessões da Escola decorrem de forma descentralizada em toda a ouvidoria

Sacerdotes e leigos vão animar a Escola de Formação Cristã da Ouvidoria da Lagoa em cinco sessões nas quais esta igreja local é convidada a refletir sobre o documento conciliar Lumen Gentium.

A primeira sessão é já no próximo dia 23 de novembro, em Água de Pau. Os Padres Nelson Vieira e João Furtado irão fazer um “Esboço histórico do Concílio Vaticano II e o Mistério da Igreja”.

No dia 25, em Santa Cruz refletir-se-a sobre “O Povo de Deus e a Constituição Hierárquica da Igreja e em Especial o Episcopado” pelos padres Basílio Mendes e Nuno Maiato.
Estas sessões da Escola de Formação Cristã da Ouvidoria, que se realizarão de forma descentralizada, prosseguem a 27 de fevereiro no Rosário. Esta sessão juntará o ouvidor, Pe. João Furtado e os leigos Gabriela e António Canotilho, que falarão sobre “Os leigos e a vocação de todos à Santidade”.

No dia 6 de março é altura do Livramento receber a Escola de Formação Cristã de Ouvidoria sobre “Os religiosos e a índole escatológica da igreja peregrina e a sua união com a igreja celeste”, pelos padres David Quintal e Paulo Vieira, sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos).

A Escola deste ano terminará em Água de Pau, a 22 de maio, com uma conferência do Vigário Episcopal para a Formação, Cónego Ângelo Valadão, sobre a “Bem aventurada Virgem Mãe de Deus no mistério da Igreja”.

A participação é aberta a todos mas devem ser feitas as inscrições previamente até dia 18 de novembro em cada uma das paróquias referidas.

A Escola de Formação Cristã de Ouvidoria é uma iniciativa proposta pela Vigararia Episcopal para a Formação e o Instituto Católico de Cultura, em parceria com os serviços diocesanos e com cada uma das 16 ouvidorias da diocese. Tem como objetivo central formar o Povo de Deus munindo-os da formação espiritual e doutrinal sólida de forma a prepará-lo para a missão.

A Lumen Gentium (Luz dos Povos) é um dos textos mais importantes do Concílio Vaticano II, tendo sido discutido na segunda sessão, sendo depois promulgada pelo Papa São Paulo VI.

Esta constituição dogmática, refletindo basicamente sobre a constituição e a natureza da Igreja, reafirmou várias verdades eclesiológicas como a que defende que a Igreja ” é sacramento de Cristo e instrumento de união do homem com Deus, e da unidade de todo o género humano”. O documento declara que é necessário dar aos católicos “uma “consciência de Igreja” mais coerente, para que também se possam valorizar as relações com as outras  religiões e com o mundo moderno”.

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