O Papa visitou uma das maiores comunidades ciganas, durante a viagem à Eslováquia, mostrando que a Igreja é de todos, como csublinhou o responsável pela pastoral dos Ciganos em Portugal.

O Papa Francisco encontrou-se com membros da comunidade cigana, esta terça-feira, na Eslováquia, num bairro da periferia de Kocice, no leste do país europeu, onde cerca de 5 mil pessoas de origem cigana vivem em condições de degradação e pobreza, sem gás, eletricidade ou água corrente.

Neste bairro, depois de terem saído todos menos os ciganos, a Igreja está reduzida aos Salesianos que têm trabalhado intensamente e corajosamente contra todas as adversidades locais”, acrescentou. Na Eslováquia, a Igreja Católica desenvolveu-se entre a “minoria grande dos ciganos” e tem “10 padres e cinco religiosas” desta comunidade.

O Papa Francisco pediu o fim dos preconceitos, dos juízos cruéis e alertou que todos ficam “mais pobres, pobres em humanidade” e, neste contexto, o diretor-executivo da Obra da Pastoral dos Ciganos observou que “não tem papas na língua contra o populismo, a lutar pela igualdade, pela não descriminação, pela inclusão”, lembrando que a visita começou pela Hungria e é conhecida a posição do seu governo.