2º Encontro diocesano de acólitos discute a Alegria do Evangelho

Formação tem lugar nos Mosteiros

Cerca de uma centena de jovens, entre os 10 e os 30 anos, participa no 2º Encontro Diocesano de Acólitos, que se realiza no próximo dia 16 de agosto, nos Mosteiros, na ilha de São Miguel, informa uma nota a que o Portal da Diocese teve acesso esta quarta-feira.

O encontro de “formação” tem como tema central a vivência da Alegria do Evangelho, na sequência das propostas feitas pelo Papa Francisco na Exortação Apostólica do inicio do pontificado, e será ministrada pelo Diretor do Serviço Diocesano para a Liturgia, Pe Marco Luciano e pelo pároco dos Mosteiros, Pe Marco Sérgio Tavares.

A formação será repartida em três partes: uma mais “prática para colocar os acólitos em contacto com as alfaias litúrgicas”, outra de formação espiritual e, finalmente, o convívio.

Durante a formação serão ministrados conhecimentos sobre os nomes das alfaias litúrgicas, os paramentos, as cores dos paramentos de acordo com os vários momentos, os livros litúrgicos e, sobretudo, como acolitar.

 

“A parte prática é muito importante porque os acólitos têm de saber estar numa celebração e para isso precisam de conhecer e de saber qual é o seu lugar e qual a função de cada alfaia especifica”, sublinha o responsável diocesano Marco Luciano.

Durante a formação haverá um momento de adoração eucarística onde existirá uma invocação muito especial das crianças, dos jovens e dos adultos perseguidos por causa da religião.

“Vamos juntar-nos a esse pedido de oração feito pelo Santo Padre no sentido de que o Espirito Santo possa permitir que estas pessoas não sejam impedidas de viver a sua fé em plena liberdade”, acrescentou o Pe Marco Luciano lembrando que se trata de uma oração pelos cristãos do Iraque, da Siria mas que “também retrata as sucessivas perseguições ao longo da história desde os primórdios”.

O Segundo Encontro terminará com a celebração da Eucaristia e um convívio.

A organização quer levar esta iniciativa a todas as ilhas de forma a que se “promova uma verdadeira formação para todos aqueles que acolitam nas celebrações”.

O primeiro encontro decorreu no Pico. O facto da Diocese de Angra ser geograficamente dispersa “implica que tenhamos de fazer este esforço de formação continua levando-a a cada uma das ilhas pois as deslocações ainda têm um custo elevado”, remata o responsável diocesano pela pastoral litúrgica.

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