Pelo P.e José Júlio Rocha.

O jejum que Me agrada não será antes este: quebrar as cadeias injustas, desatar os laços da servidão, pôr em liberdade os oprimidos, destruir todos os jugos?
Não será repartir o teu pão com o faminto, dar pousada aos pobres sem abrigo, levar roupa aos que não têm que vestir e não voltar as costas ao teu semelhante? (Isaías 58, 6-7)
Isaías dá-nos uma lição extraordinária da verdadeira religião.
Estaremos sempre no caminho errado se cumprirmos apenas os ritos e observâncias exteriores, com o coração fechado ao próximo, sobretudo ao mais oprimido.
O cristão tem que ter uma consciência social muito forte.