Iniciativa traz aos a São Miguel cerca de uma centena de jovens no dia 25 de julho

A Associação Alma Mater Artis vai apresentar pela primeira vez nos Açores o espectáculo MAM´ÁFRICA, no Campo de São Francisco, no próximo dia 25 de julho, numa organização conjunta entre a associação e o Coliseu Micaelense.

A Associação, que é uma espécie de “fábrica de talentos”, como diz o seu fundador, o frade capuchinho Frei Fernando Ventura, “um apaixonado pelos Açores”,  traz ao arquipélago cerca de uma centena de jovens que através da dança, da música e da expressão corporal transportam um projeto de solidarieddae social centrado em São Tomé.

Os jovens estarão em São Miguel entre 22 e 28 de julho, onde desenvolverão diferentes atividades.

Esta Associação nasceu na Maia, na área metropolitana do Porto, a partir de um espetáculo de beneficência a favor de São Tomé, promovido por Fernando Pereira, com apresentação de Júlio Isidro, dois amigos de Frei Fernando Ventura, no qual atuaram vários jovens ligados à Escola Secundária de Águas Santas, no concelho da Maia.

“No final do espetáculo apercebi-me do talento e do desempenho destes jovens e no dia seguinte fui atrás deles à escola. E assim nasceu o projeto da Alma Mater Artis, no primeiro dia da primavera do ano passado, com a ajuda dos pais e o empenho de muita gente conseguimos levar por diante este projeto que tem como fim a educação pelas artes”, disse ao Sítio Igreja Açores Frei Fernando Ventura, em fevereiro deste ano quando se deslocou a São Miguel para aferir da possibilidade desta viagem ao arquipélago.

 

“É, também,  a forma que temos para retribuir e agradecermos as ajudas que nos têm dado. É também uma forma de lhes mostrar São Miguel. Tenho tido uma grande recetividade de todas as entidades desde a Câmara Municipal, à Associação de Municípios da ilha de São Miguel, a SATA, a Mãe de Deus, Banif, Liberty Seguros todos têm sido muito generosos” dizia o frade capucinho lembrando a importância dos patrocinadores para que esta viagem fosse possivel.

Em principio, haverá apenas este espetáculo, do dia 25 de julho, porque “há exigências de palco. Há momentos em que temos 80 crianças em simultâneo no palco e isso limita-nos as opções dos espaços. Mas já está tudo acertado”, conclui Frei Fernando ventura.